A BuildMate é a camada de canteiro do seu ERP: requisição por kit com endereço de uso, inventário, suprimentos, equipamentos e EPI — com baixa automática de estoque e custo real por pacote de serviço.
Integração homologada com o ERP Sienge. Sem planilha paralela, sem digitação dupla.

Do canteiro único à carteira com dezenas de obras — o mesmo fluxo, o mesmo controle.
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Viva ConstruçõesMais de 36 milhões de m² de obra acompanhados pela plataforma.
A BuildMate opera em canteiros de 19 dos 26 estados brasileiros — de obra única a carteiras com dezenas de empreendimentos simultâneos. O fluxo é o mesmo em todos: requisição, estoque, suprimentos, equipamentos e EPI amarrados ao ERP.
A BuildMate não foi desenhada em cima de um fluxo de escritório. Ela nasceu do Lean Construction: tratar a obra como linha de produção, onde cada pavimento é uma caixa na esteira e nenhum pacote ultrapassa o outro.
Cada serviço tem ficha, sequência e padrão de qualidade definidos antes de a equipe subir.
Os pacotes entram na esteira em ritmo constante — um por vez, sem ultrapassagem.
Material, equipe e equipamento disponíveis no momento exato em que o pacote precisa.
O desvio é identificado onde aconteceu, não na vistoria de entrega da unidade.
Menos desperdício, menos retrabalho e prazo que se sustenta até o último pavimento.
Quando o almoxarifado trabalha no papel, o escritório descobre o problema um mês depois — quando já virou prejuízo.
Ficha rasurada, assinatura perdida e nenhuma rastreabilidade de quem pediu, quem liberou e para qual serviço.
Faltou material na frente de serviço, a esteira para e a compra emergencial sai 20% a 40% acima do orçado.
O saldo do ERP diz uma coisa, a prateleira diz outra. Inventário vira caça ao tesouro no fim do mês.
Equipamento sumiu, ninguém sabe com quem estava, e a obra compra de novo o que já tinha.
Entrega sem assinatura, CA vencido e treinamento de NR‑6 atrasado. O passivo só aparece na fiscalização.
O insumo chegou, mas não subiu. A frente de serviço espera e a esteira da obra para por logística, não por falta de compra.
Do pedido do encarregado até o custo apropriado na tarefa, sem ninguém redigitar nada.
O encarregado pede material pelo app — por item ou por kit recorrente — vinculado ao pacote de serviço.
→Alçada por valor, obra e cargo. Quem pode liberar libera em segundos, de onde estiver.
→A saída cai automaticamente no estoque do Sienge. Saldo real, sem lançamento manual.
→Custo por tarefa, curva ABC, perda por serviço e alerta de consumo fora do padrão.
Do pedido do encarregado ao EPI entregue com CA válido, tudo dentro da mesma base — e conversando com o seu ERP.
A frente de serviço não pede “20 sacos de cimento”. Pede o Kit Hidráulico 01 para o banheiro do pav. 1 — 101, com data da necessidade. O consumo já nasce endereçado — e o custo, apropriado.

Três formas de contar, conforme o risco do item: total, por curva (foco no que pesa no custo) e randômico (auditoria de rotina). Tudo pelo celular, com divergência registrada na hora.

Um painel em tempo real, alimentado pelo seu ERP, mostra onde está cada solicitação e cada pedido: o que é emergencial, o que é urgente, o que está no prazo e o que vai atrasar — antes de o pedreiro descobrir no balcão do almoxarifado.

De parafusadeira a balancim: cada equipamento de pequeno e grande porte tem responsável, obra, histórico de uso e plano de manutenção. Some menos, dura mais, compra-se menos.

O módulo de EPI resolve o que costuma virar passivo trabalhista: quem recebeu o quê, quando devolve, qual o CA do equipamento e se o treinamento da NR‑6 está em dia.

Material parado no térreo não constrói nada. A BuildMate organiza a fila do almoxarifado por data de necessidade e endereço de uso — o insumo sobe quando o pacote precisa, não quando sobra tempo.

A integração é homologada pela própria Sienge. Isso significa contrato de dados, atualização acompanhada e suporte que não joga a culpa de um lado para o outro.
Ajuste o custo da obra e o nível de maturidade Lean da sua equipe. A estimativa usa as faixas de ganho observadas nas construtoras que já operam com a BuildMate.
É o que a sua operação pode recuperar por ciclo de obra ao eliminar perda de material, compra urgente e tempo parado esperando insumo.
* Estimativa referencial baseada em obra de R$ 25 milhões. O cenário inicial considera maturidade Lean média — ajuste conforme a realidade da sua equipe. Os valores variam conforme tipologia, prazo, estrutura de suprimentos e aderência da equipe ao método. Não constitui garantia de resultado.
“A requisição deixou de ser um problema de papel. Hoje eu sei exatamente o que saiu, para qual serviço e quanto custou — sem esperar o fechamento do mês.”
“O que mais mudou foi a compra urgente. Antes era rotina; hoje é exceção — e cada exceção tem nome, motivo e responsável registrado.”
“A integração com o Sienge foi o ponto que me convenceu. Não criou mais um sistema para conciliar: alimentou o que a gente já usa.”
Clientes contando, no canteiro deles, o que mudou depois da BuildMate.
Ebooks técnicos, aulas curtas e artigos sobre gestão de custos, pacotes de serviço e controle de materiais. Uma parte é aberta; o acervo completo libera com um cadastro rápido.
Acessar a central de conteúdoNão. Ela é a camada de canteiro do seu ERP. O que acontece na obra é capturado no celular e devolvido pronto para o Sienge — sem digitação dupla e sem um segundo estoque para conciliar.
Sim, e isso é proposital. A BuildMate trabalha em tempo real: a requisição precisa chegar ao almoxarifado no instante em que é feita, porque a separação, a logística de abastecimento e a baixa de estoque dependem dessa informação para fluir. Um sistema que sincroniza só depois devolveria a obra ao problema que ele veio resolver — decisão tomada com dado velho. Na prática, um ponto de conexão no almoxarifado e nas frentes de serviço atende a operação.
A primeira obra costuma entrar em operação em poucos dias. O que define o prazo não é a tecnologia, é a aderência da equipe ao novo fluxo — por isso a implantação inclui treinamento on-line, um multiplicador dentro da construtora e acompanhamento na virada.
Não. A leitura é feita pela câmera de qualquer celular, inclusive aparelhos simples usados pela equipe de campo.
Serve para as duas. O ganho aparece sempre que existe almoxarifado, requisição e material saindo sem controle — o que acontece tanto em uma obra única quanto em uma carteira com dezenas de canteiros.
É a pergunta certa — aderência é o que decide qualquer implantação. O treinamento é on-line, conduzido pela equipe BuildMate, e a construtora indica um multiplicador interno, responsável por sustentar o método no dia a dia da obra. É esse papel que faz a diferença: hoje a aderência é de 95% das empresas que implantam.
Sim. Acesso por perfil e permissão, trilha de auditoria de cada movimentação e tratamento de dados conforme a LGPD.
Pode. O módulo de Equipamentos e Ferramentas funciona de forma independente do restante da plataforma — muita construtora entra por ele, organiza o controle de ativos e só depois leva estoque, requisição e EPI para dentro.
A integração homologada hoje é com o Sienge. Para outros ERPs, avaliamos a viabilidade via API ou importação estruturada — fale com o time comercial para checar o seu caso.
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